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12.04.2019 17:33

Universitários, advogados e população de Rondonópolis listam propostas para justiça mais célere
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O Tribunal do Júri da Comarca de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) ficou pequeno para acomodar tantas pessoas interessadas em debater medidas capazes de trazer melhorias ao Poder Judiciário, na manhã desta sexta-feira (12 de abril).
 
Estudantes de Direito, juízes das comarcas pertencentes ao Polo de Rondonópolis, população em geral e autoridades dos poderes Judiciário, Executivo municipal, Legislativo Municipal e Estadual se juntaram à diretoria do Tribunal de Justiça e do Fórum da Comarca para a Audiência Pública “Elaboração do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário 2021-2026”, dentro da programação do Judiciário em Movimento.
 
O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, abriu a reunião parabenizando a participação dos rondonopolitanos e lembrando que o evento serve para críticas e sugestões. “Nada mais real do que ouvir a população através da audiência e saber o que ela almeja da Justiça”, declarou.
 
O coordenador do Judiciário em Movimento, juiz auxiliar da presidência, Agamenon Alcântara Moreno Júnior, reforçou que o projeto nada mais é do que a concentração de serviços que o Judiciário já oferta, como o Pai Presente, Juizado Especial Itinerante (JEI), Juizado Volante Ambiental (Juvam) e Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc), em um só lugar, durante uma semana, o que coloca o Judiciário cada vez mais perto da população. “A audiência pública é fundamental neste contexto. Quando o Judiciário se coloca à disposição da população para ouvir qual judiciário você quer nos próximos cinco anos”.
 
O evento foi prestigiado ainda pela vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas, e pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Luiz Ferreira da Silva. A vice-presidente destacou que o Tribunal está no caminho correto. “O TJ está ouvindo os polos, os magistrados e os jurisdicionados para construir propostas das demandas que recebe. Sinto-me satisfeita em fazer parte desta gestão”. Já o corregedor avaliou o momento como a democratização da justiça. “Quando você ouve e leva a necessidade da sociedade em relação ao Poder Judiciário, temos mais condições de definir os projetos de acordo com o que o cidadão precisa”.
 
A condução do debate foi realizada pelo juiz auxiliar da presidência Tulio Duailib Alves Souza, que estava acompanhado na mesa mediadora pelos juízes auxiliares Luiz Octávio Saboia, Edleuza Zorgetti e Adriana Sant’Anna Coninghan, e pela diretora-geral da Esmagis, desembargadora Maria Erotides Kneip.
 
O professor do curso de Direito da Unic (campus Rondonópolis), João Batista, sugeriu durante o evento programa semelhante ao “Nosso Judiciário”, em Rondonópolis, para aproximar acadêmicos do Fórum. “Isso iria contribuir demais para a formação desses estudantes”.
 
O advogado Jonas Machado da Silva destacou os avanços tecnológicos como saída para acelerar o andamento processual. “Muitos tribunais adotaram a inteligência artificial para as tarefas repetitivas e assim liberaram os servidores para outras atividades”, destacou.
 
O presidente da OAB em Rondonópolis, Stalyn Paniago Pereira, aproveitou para pedir mais acessibilidade ao prédio do Fórum, com a instalação de um elevador e ainda solicitou nomeações de magistrados para a Comarca. “A audiência permite essa manifestação pública e o desembargador-presidente tem demonstrado disposição em ouvir as demandas”, completou.
 
O prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, elogiou o gestor Poder Judiciário. “O Tribunal quer saber onde e como investir para melhorar a eficácia do Judiciário. Isso aproxima o Poder Judiciário do povo”.
 
Todas as contribuições feitas foram registradas em ata e serão analisadas pela diretoria para propor projetos e ações para os próximos cinco anos.
 
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